terça-feira, 6 de novembro de 2012
Relatório do Gabriel do dia 25/10
Gabriel chegou no Espaço de Criação Flor da Terra 14:30.Em cinco minutos arrumou peças de bambu.
De 14:30 até 15:45 Gabriel e Thais retiraram e peneiraram 96 L de esterco de galinha. Durante o trabalho os dois usaram uma pá, enxadão, peneira, carrinho de mão, baldes de 16L para medir o volume e sacos de ráfia para armazenar o esterco.
Em quinze minutos Mateus, Gabriel e Catito coletaram material de poda no terreno baldio que fica em frente e forraram o chão do galinheiro. O objetivo é equilibrar o nitrogênio do esterco de galinha com o carbono da palhada e assim produzir um composto rico, equilibrado, fornecer alimentos para as galinhas, refrescar o ambiente delas e evitar o mal cheiro produzido pela uréia.
Gastanos aproximadamente meia hora para cortar uma área de 15m² aproximadamente com tesoura de poda(Gabriel) e facão(Mateus). Saimos para comprar uma barra rosqueada para consertar a barraca da feira e compramos um lanche.
Passamos de 17:20 até 19:30 reformando a barraca da Feira Flor da Terra. Precisamos abri-la, medir a peça de bambu que precisava, furar a peça e encaixar.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Manejo do dia 26/10/2012
Thais chegou empolgada, encontro comigo no ônibus quando eu estava voltando de Santa Rosa. A primeira coisa que Thais fez sozinha foi regar as mudas e sementes do dia anterior. Depois retirou o excesso de couves da horta que estavam dificultando a isolação uma da outra e apresentavam pulgão nas folhas.
No terreno baldio em frente a nossa casa foram despejados restos de poda de bananeira e outras plantas. Thais coletou os troncos e cortou em meia cana para fazer a cobertura do topo do solo e evitar a perda de água por evaporação e proteger contra a erosão além de fornecer matéria orgânica.
Gabriel chegou depois e junto com Thais peneiraram o composto do galinheiro que foi ensacado para vender. Produzimos 90 litros de composto.
Thais trabalhou de 14h até as 15h sozinha e de 15h até as 16h com ajuda do Gabriel na função de peneirar o composto.
Manejo do quintal do dia 25/10/2012
Melina e Thais começaram o dia com o reconhecimento do lugar. Melina apresentou o teto verde, o bason do 2º andar, os canteiros de capilaridade, o guandu (e sua função de fixador de nitrogênio e produtor de matéria orgânica), o plantio de capineira para adubação, o galinheiro ambulante, a pilha de compostagem de cítricos e cascas de coco, o composto do bason maturando( 1º andar), a horta dos fundos e o canteiro de medicinais,o minhocário, a oficina de ferramentas e o canto dos recicláveis. A apresentação do lugar durou uma hora.
Depois as duas fizeram o transplante de mudas na horta. O próximo passo foi a retirada de humos da composteira de cascas de coco e de cítricos. O processo de decomposição deste sistema é mais lento e produz um humos de boa qualidade, com muitos gongolos e minhocas.
Dois vasos decorativos foram semeados. Eles são exemplos de formas de produzir alimento em pequenos espaços. Plantaram coentro, rabanete, agrião apimentado e bertalha. Fizeram também mudas de capim limão e maracujá. Regaram os vasos e guardaram os materiais.
O manejo da composteira e a confecção dos vasos durou uma hora.
domingo, 21 de outubro de 2012
Manejo do sanitário compostável
Talvez o manejo do sanitário compostável seja a atividade, mais "radical" que se faz aqui em casa. Lidar com as próprias fezes, encaminhá-las para seu papel original que é a adubação e se desprender da "fecofobia" foi um grande desafio no início e hoje é mais uma atividade cotidiana.
Hoje manejei o Bason (modelo de sanitário compostável do Manual do Arquiteto descalço) com a Mel. Em uma hora retiramos 6 baldes de 18L do sanitário do primeiro andar (108 L) que foi colocado próximo as bananeiras e 3 baldes de 18L (54L) do sanitário do segundo andar que foi colocado no teto verde.
Para trabalhar usamos uma cavadeira de mão, uma pá pequena, uma cavadeira de ferro(para empurrar o composto), baldes, colher de pedreiro e barro (para isolar o compartimento por fora). Eu e Melina temos mais de 3 anos de experiência.
Hoje produzimos 162 L de composto a partir da decomposição de nossas fezes.
As galinhas adoram ciscar no composto.
Este vídeo traz uma outra perspectiva de aproveitamento deste tipo de material
Hoje manejei o Bason (modelo de sanitário compostável do Manual do Arquiteto descalço) com a Mel. Em uma hora retiramos 6 baldes de 18L do sanitário do primeiro andar (108 L) que foi colocado próximo as bananeiras e 3 baldes de 18L (54L) do sanitário do segundo andar que foi colocado no teto verde.
Para trabalhar usamos uma cavadeira de mão, uma pá pequena, uma cavadeira de ferro(para empurrar o composto), baldes, colher de pedreiro e barro (para isolar o compartimento por fora). Eu e Melina temos mais de 3 anos de experiência.
Hoje produzimos 162 L de composto a partir da decomposição de nossas fezes.
As galinhas adoram ciscar no composto.
Este vídeo traz uma outra perspectiva de aproveitamento deste tipo de material
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Bambu Guádua e a vizinhança
Plantei uma muda de bambu Guádua no meu quintal de 450m² contrariando todos os conselhos de amigos meus. Bem isso ja tem 3 anos. Retirei muito bambu bom dessa touceira e construi várias estrutura, fiz mourão de cerca, vendi.
O manejo deste bambu é bem complicado pois alé de ser bem pesado ele tem espinhos grandes e afiados. É muito fácil se machucar sem nem perceber manejando os bambus.
Minha vizinha que mora atrás da minha casa é ótima, já trocamos recuros várias vezes (ela me deu mamão do seu quintal, chicara de açucar, café, eu já dei couve, ovo, salsa, mamão pra ela) vei me falar com toda a delicadeza do mundo que estava preocupada por que na última tempestade os bambus balançaram e bateram em sua janela. Isso fez cair uma ficha: o bambu terá de ser suprimido.
Fiz uma chamada no facebook para ver se alguém me ajudava. Deu certo, nos dois dias que fiz, duas pessoas apareceram.
Apareceram o Nilton e o Ivan. Ambos com boa experiência em manejo de quintal e ferramentas.Ficamos de 16:30 até 18:00 num ritmo bem tranquilo e conseguimos cortar e limpar duas varas de bambu. Além disso descascamos 3 cocos secos. Usamos facão, serra de arco, bota e luva para o manejo do bambu. Para descascar coco usamos a enchada.
O Ivan que é Luthier, levou uns pedaços de bambu para laminar e tentar fazer um instrumento. Vamos ver no que dá.
O manejo deste bambu é bem complicado pois alé de ser bem pesado ele tem espinhos grandes e afiados. É muito fácil se machucar sem nem perceber manejando os bambus.
Minha vizinha que mora atrás da minha casa é ótima, já trocamos recuros várias vezes (ela me deu mamão do seu quintal, chicara de açucar, café, eu já dei couve, ovo, salsa, mamão pra ela) vei me falar com toda a delicadeza do mundo que estava preocupada por que na última tempestade os bambus balançaram e bateram em sua janela. Isso fez cair uma ficha: o bambu terá de ser suprimido.
Fiz uma chamada no facebook para ver se alguém me ajudava. Deu certo, nos dois dias que fiz, duas pessoas apareceram.
Apareceram o Nilton e o Ivan. Ambos com boa experiência em manejo de quintal e ferramentas.Ficamos de 16:30 até 18:00 num ritmo bem tranquilo e conseguimos cortar e limpar duas varas de bambu. Além disso descascamos 3 cocos secos. Usamos facão, serra de arco, bota e luva para o manejo do bambu. Para descascar coco usamos a enchada.
O Ivan que é Luthier, levou uns pedaços de bambu para laminar e tentar fazer um instrumento. Vamos ver no que dá.
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